30 de nov. de 2012

Acupuntura para crianças:


Acupuntura para Crianças

A área de atuação da acupuntura é imensa, podendo ser usada em todo e qualquer problema de saúde, desde o mais simples ao mais complexo. A acupuntura tem como objetivo recuperar o equilíbrio energético restaurando a saúde. O equilíbrio energético proporciona diminuição da ansiedade, melhora do sono, aumento da circulação e absorção de nutrientes, melhora do funcionamento orgânico em geral, não apresenta efeitos secundários nocivos e tem ação preventiva. As crianças reagem mais rápido à acupuntura e são mais receptivas que os adultos, porque escondem sua fonte energética atrás de menos estratos defensivos. A acupuntura pediátrica tem como diferencial a forma de atendimento da criança e o estimulo usado. Normalmente os estímulos são feitos com massagem, moxa, LASER, acupuntura auricular e cromo acupuntura (uso de cores nos pontos de acupuntura). Esse tipo de estimulo torna o tratamento totalmente indolor.As crianças maiores que 7 anos apresentam melhor resultado com o uso de agulhas, sendo que bebês e crianças menores de 7 anos respondem muito bem com a utilização do LASER. O tratamento e a freqüência das aplicações variam de acordo com o quadro clinico da criança. A acupuntura preventiva tem como objetivo na criança diminuir a incidência das doenças, fortalecendo o sistema imunológico e mantendo o equilíbrio energético. O sistema imunológico da criança não está adequadamente preparado o que faz com que ela sofra mais o impacto das viroses, como as respiratórias, intestinais, gripes, ajuda a espaçar as crises de asma, bem como diminuir seus sintomas. A acupuntura utiliza recursos do próprio organismo para restaurar o equilíbrio.

A acupuntura pediátrica pode tratar vários distúrbios como:
    •Falta de apetite
    •Diarréias
    •Agitação (hiperatividade)
    •Dificuldade para dormir
    •Resfriados
    •Asma
    •Rinites
    •Bronquites
    •Cólicas no lactente
    •Distúrbios na concentração escolar
    •Febre
    •Ranger dos dentes, etc
O importante é sempre procurar um profissional adequado!
Fonte: Ecco Fibras

Qi qong - exercícios terapêuticos:

Esclarecimentos sobre a prática da Acupuntura no Brasil:


País vai regulamentar a Medicina Chinesa:

Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) deu o primeiro passo para a regulamentação dos tratamentos da medicina tradicional chinesa no país.
O embrião do projeto, o anúncio de que deve ser montada uma proposta de regulação, já foi publicado no "Diário Oficial". A agência espera que a consulta pública comece ainda em 2012 e tenha duração de 90 dias.
Milenar, a medicina tradicional chinesa envolve uma visão global do paciente e trabalha sobretudo com o conceito de equilibrar o organismo. Para isso, são usadas várias técnicas, como acupuntura, tuiná (um tipo de massagem) , exercícios como o tai chi chuan e também compostos e fitoterápicos.
"Cada praticante pode aplicar um ou mais desses [tratamentos], de acordo com a necessidade percebida na realização da avaliação", explica o fisioterapeuta Reginaldo de Carvalho Silva Filho, diretor da Ebramec (Escola Brasileira de Medicina Chinesa).
Apesar de milenares, os compostos são alvo de muita polêmica. Partes de animais, inclusive de espécies em extinção, costumam ser mescladas às fórmulas.
A prática -que inclui especialmente ossos, chifres e até pênis dos animais- já foi responsabilizada pelo declínio de várias populações na Ásia, com destaque para as de tigres e rinocerontes.
A Anvisa diz que, no primeiro momento, o objetivo é criar um sistema de regulação diferenciado dos usados para os fitoterápicos e os medicamentos alopáticos.
Por meio de sua assessoria, a agência informou que a composição multifatorial das fórmulas da medicina tradicional chinesa requer parâmetros diferentes de avaliação, que não se limitam à checagem de um princípio ativo.
No começo, os compostos devem ser alvo somente de um monitoramento de possíveis efeitos adversos.
Os médicos e profissionais de saúde seriam orientados a relatar efeitos adversos e outros problemas à Vigilância Sanitária, a exemplo do que já é feito com os medicamentos "comuns".

Importação:
A discussão na Anvisa abre caminho para a regularização da entrada das fórmulas no Brasil. Há muitos remédios patenteados e produzidos por grandes farmacêuticas chinesas, mas que ainda não conseguiram seus registros devido à inexistência de regras claras para a terapia de origem oriental por aqui.
De acordo com a Anvisa, nenhuma das fórmulas chinesas do tipo que misturam minerais, animais e plantas tem registro para ser comercializada no Brasil. As que porventura estão à venda entraram ilegalmente no país, diz a agência.
Segundo o médico reumatologista Aderson Moreira da Rocha, especialista na medicina tradicional chinesa, no Brasil os remédios usados nesse tipo de tratamento são sobretudo de origem vegetal.
"Na realidade do Brasil, optamos por usar muito mais a fitoterapia. Até por uma questão de preço, porque são mais baratos", diz ele.
De acordo com a assessoria da Anvisa, mais detalhes do projeto só serão possíveis após a consulta pública, que servirá para reunir dúvidas e demandas de profissionais, pacientes e da comunidade.
Fonte: GIULIANA MIRANDA, DE SÃO PAULO - Folha de SP.